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Esta é uma lista de obras recomendadas para leitura nos anos finais do Ensino Fundamental (especialmente 9º ano).

AGUIAR, Luiz Antonio. Corações partidos.

ALBERGARIA, Lino de; ARAGÃO, Marco. Chico, Edu e a oitava série.

ALCOTT, Louisa May. Mulherzinhas. São Paulo, SP: Nova Cultural, 2003.

ALVAREZ, Julia; CASTRO, Léa Viveiros de. No tempo das borboletas.

ANTONIO, João. Meninão do caixote.

ARBEX JÚNIOR, José. O poder da TV.

ARÊAS, Vilma; BRONTË, Emily; GUEDES, Avelino Pereira. O morro dos ventos uivantes. 13. ed.

BAGNO, Marcos. O espelho dos nomes.

BARDET, Daniel; BOIDE, Alexandre; NAWA, Rachid. As mil e uma noites. L&PM, 2012. (em quadrinhos)

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Não verás país nenhum. 27.ed. São Paulo, SP: Global, 2008

BRAZ, Júlio Emílio. Cenas urbanas.

BRENMAN, Ilan; VILELA, Fernando. África.

CAMPOS, Carmen Lúcia; SILVA, Joaquim da. Para gostar de ler, 35: gente em conflito. São Paulo, SP: Ática, 2011.

CARPINEJAR; ROSA, Rodrigo. Diário de um apaixonado: sintomas de um bem incurável.

CAZARRÉ, Lourenço. A casa sinistra.

CLAVER, Ronald. Diário do outro. 3. ed.

CLEMENT, Catherine; VIANA, Antonio Carlos; VIANA, André. O sangue do mundo.

COLASANTI, Marina. Longe como o meu querer. 4. ed. São Paulo, SP: Ática, 2006.

CORALINA, Cora. Estórias da casa velha da ponte.

COSTA, Wagner; BORGES, Rogério. Eu, Pescador de mim.

CURTIS, Christopher Paul; CÁRCAMO; FERRAZ, Geraldo Galvão. Minha família é um barato!

DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: Cidadania hoje e amanhã. 10. ed. São Paulo, SP: Ática, 2008.

DIMENSTEIN, Gilberto. Meninas da noite: a prostituição de meninas escravas no Brasil. 3. ed

DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. 23. Ática, 2011.

FEIST, Hildegard; DICKENS, Charles; MAIA, Luiz. David Copperfield. São Paulo, SP: Scipione, 2009.

FRANK, Anne; FRANK, Otto H.; PRESSLER, Mirjam. O diário de Anne Frank: edição integral. 32. ed. Record, 2011.

GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2002.

GAARDER, Jostein; AZENHA JR., João. O dia do curinga.

GARCIA, Edson Gabriel. Cidadania agora.

GARCIA, Edson Gabriel. Contos de amor novo.

GARCIA-ROSA, Luiz Alfredo. Quarto de menina. 6.ed

GARCIA-ROZA, Livia. Cine Odeon: romance.

GLEISER, Marcelo. A dança do universo: Dos mitos de Criação ao Big-Bang.

GLEISER, Marcelo. A harmonia do mundo.

GODOY, Marcela,; PARES, Roberta. Romeu e Julieta. Belo Horizonte, MG: Nemo, 2011. 62 p. (Shakespeare em quadrinhos)

GOMES, Álvaro Cardoso; QUEIROZ, Eça de. A prima de um amigo meu.

HAWTHORNE, Nathaniel. A letra escarlate.

HEMINGWAY, Ernest; FERRO, Fernando de Castro; SQUEFF, Enio. O velho e o mar.

HONORE, Christophe; JAHN, Heloisa. Bem perto de Léo.

HUXLEY, Aldous; VALLANDRO, Lino. Admirável mundo novo. São Paulo, SP: Globo, 2009.

JAF, Ivan. Dona casmurra e seu tigrão.

JAF, Ivan. Longe dos olhos. 2. ed.

JAF, Ivan. O vampiro que descobriu o Brasil.

JOSÉ, Elias; BORGES, Taisa. Alice no país da poesia.

JOSÉ, Ganymedes; SANTALIESTRA, Eduardo. A ladeira da saudade. 31. ed.

MACEDO, Joaquim Manuel de. A moreninha. São Paulo, SP: M. Claret

MACHADO, Ana Maria. Uma vontade louca. 2. ed

MANGUEL, Alberto. Contos de amor do século XIX.

MARINHO, Jorge Miguel; BRANDÃO, Lúcia. O cavaleiro da tristíssima figura

MILLER, Arthur; SILVA, Rui Guedes da. As bruxas de Salém.

MORAES, Vinícius de; FERRAZ, Eucanaã. Para viver um grande amor, 1962. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

MURRAY, Roseana; LLINARES, Alberto. Pequenos contos de leves assombros.

NICOLELIS, Giselda Laporta. O milagre de cada dia. 3. ed.

NUNES, Lygia Bojunga. O abraço. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Casa Lygia Bojunga, 2010.

OLIVEIRA, Rui de. Três amores. 2. ed.

ORWELL, George. A revolução dos bichos.

ORWELL, George; HUBNER, Alexandre; JAHN, Heloisa. 1984. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2009.

PARA gostar de ler: nós e os outros : histórias de diferentes culturas. 2. ed.

QUINO. 10 anos com Mafalda.

REY, Marcos; RABELO, Allan. Diário de Raquel. São Paulo: Global, 2011.

REZENDE, Stela Maris; CARDON, Laurent. A mocinha do mercado central.

SABINO, Fernando. Amor de Capitu.

SCLIAR, Moacyr. No caminho dos sonhos. 4. ed.

SCLIAR, Moacyr; CÁRCAMO. Ataque do comando P.Q.. São Paulo, SP: Ática, 2009.

SILVINO, Laerte.; ASSIS, Machado de. Conto de escola: em quadrinhos.

SWINDELLS, Robert. Frio como pedra.

TAVARES, Ulisses. Viva a poesia viva.

TELLES, Lygia Fagundes. Antes do baile verde. 16.ed.

TELLES, Lygia Fagundes. Oito contos de amor. 4. ed.

VILELA, Luiz. Boa de garfo e outros contos.

VILELA, Luiz. Contos da infância e da adolescência. 3. ed.

ZEPHANIAH, Benjamin. Gangsta rap.

*** Sugestão de ficha de leitura.

ficha de leitura

 

 

Seguem algumas sugestões de atividades para o estudo do tema empréstimos linguísticos no 9º ano do EF.

A) Leitura e interpretação de texto instrucional.

empre licoVersão para impressão: PDF1

B) Elaboração coletiva do infográfico “Empréstimos Linguísticos no Português Brasileiro”, utilizando palavras previamente pesquisadas pela turma e conteúdo do material da atividade A.

mapa empr licosVersão para impressão (formato de folha A3): PDF2

C) Atividade de aplicação de conhecimentos sobre empréstimos linguísticos (planejada a partir de levantamento de usos inadequados em produções textuais de termos como “facebook“, “twitter“, “orkut” etc).

Objetivo: compreender a diferença da grafia de nomes próprios de origem estrangeira (especificamente de sites, programas, aplicativos, jogos etc.) em logotipos, endereços eletrônicos e textos escritos; a proposta é que o aluno complete o quadro com as formas usadas no texto escrito.

logotipos

 

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Até o presente momento sabia apenas que Stella Maris Rezende era a autora do livro O artista na ponte num dia de chuva e neblina e, não por acaso, me identifiquei com seu dizer sobre a escrita:
“Quem quer escrever, escreve.
Principalmente, se terminou de ler um livro maravilhoso.
Um livro maravilhoso escreve outros livros dentro da gente.
É preciso saber ler esses livros dentro da gente.
Eu disse que sou escritora.

Mas para que isso seja intenso e verdadeiro, sou leitora, a todo instante, de modo apaixonado, com angústia e com alegria, sou leitora, cada vez mais.”

Algumas de suas obras de literatura infanto-juvenil:

stella

Caros leitores,
Crédito: Editora UEPG

Crédito: Editora UEPG

UniLetras acaba de publicar seu último número em
http://www.revistas2.uepg.br/index.php/uniletras. 
Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse.

Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,
Marly Catarina Soares
UEPG

UniLetras
Vol. 34, No 2 (2012)
Sumário
http://www.revistas2.uepg.br/index.php/uniletras/issue/view/376

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Primeiras Páginas
	Marly Catarina Soares

Apresentação
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APRESENTAÇÃO
	Marly Catarina Soares

Dossiê temático
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As representações sociais de estudantes de Ensino Fundamental Público sobre o ensino de
Língua Inglesa (139-156)
	Ederson Henrique de Souza Machado,Didiê Ana Ceni Denardi

Em defesa da aprendizagem de inglês na escola pública: considerações sobre crenças de
alunos adolescentes (157-170)
	Fernando Silvério de Lima

FIGURAÇÕES DA IMPORTÂNCIA DO LATIM NA OBRA A REPÚBLICA DOS BUGRES DE RUY TAPIOCA (171-182)
	Oliveira Mello Mello

O APARTHEID NA LITERATURA: A MORTE DE UM FILHO (1996), DE NJABULO NDEBELE (183-195)
	Silvio Ruiz Paradiso, Samira Corrêa Chaim

Reflexos de um cotidiano: Utilização da língua portuguesa pelos descendentes
italianos (197-205)
	Nauria Inês Fontana

A MELANCOLIA DO RISO: VIAGENS IMAGINÁRIAS DE UM NARRADOR (207-218)
	Eduarda da Matta

Artigos Tema Livre
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MARCADORES CONVERSACIONAIS DAS LÍNGUAS PORTUGUESA E ESPANHOLA: UM ESTUDO COMPARATIVO E
CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS (221-229)
	Valeska Gracioso Carlos

O ENSINO DA LEITURA COMO PROCESSO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA (231-241)
	José Aroldo Silva

Panorama das atividades propostas para as práticas de leitura nos LDs,segundo a concepção
de Bakhtin (243-253)
	Juliana Cemin

Vícios de Linguagem e Idiotismos: a fala como unidade de estudos nas gramáticas normativas
brasileiras em língua portuguesa – 1881-1959 (255-265)
	Ednei Souza Leal

Resenha
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RESENHA (269-272)
	Simone Maria Rosseto

Entrevista
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Helena Kolody – um século de poesia (275-278)
	Márcio Renato dos Santos
Correção de redação na escola
por Cristina Ramos

Corrigir redações – esse sempre foi um problema crucial nas escolas para os professores e pior ainda, para os alunos. Parece que estou vendo. A professora sentada na cadeira de sua mesa, os alunos começam a levantar-se e a colocar seus textos sobre o móvel, dizendo assim: “Não olhe agora, heim, professora?!” E vão colocando seus trabalhos sob aqueles que lá já se encontram. Sem nenhum medo de errar, afirmo que até nossos alunos de nível superior fazem isso ao entregarem seus trabalhos.

Pensando nisto escrevo este artigo que tentará fazer uma breve reflexão sobre o problema de corrigir redações escolares; faço isso após ter lido um livro de Eliana Ruiz, que versa superficialmente sobre o assunto. Tentarei fazer um “entremeio” entre as ideias da autora e as minhas próprias ideias e vamos ver no que vai dar.

Então, como é que se corrige redação na escola? Sempre pensei que o trabalho de reescrita do aluno é decorrente de uma interferência que, fatalmente, o professor fará em seu texto. E aí estava o problema – no modo como o professor intervém no texto do aluno. Minha “grande” sabedoria sabia que a mediação do professor é um dos fatores determinantes do sucesso que o aluno possa ter em seu processo de aquisição da escrita, lógico, entendida aqui como a capacidade de redigir bem, com todos os aspectos que um bom texto requer.

Justamente porque pensava na questão interferência positiva do trabalho de correção, procurava encontrar respostas para:

  • o que é que torna uma correção de redação eficiente?
  • que tipos de estratégias de intervenção escrita é mais produtivo para o aluno?
  • como podemos contribuir para uma produção escrita de maior qualidade?
  • como corrigir uma redação, de modo a levar nosso aluno a progressos significativos na aquisição da escrita?

Afinal, até hoje dizemos aos nossos alunos que um dos principais motivos do seu marasmo em sala de aula do nível superior, o fato de ele não querer mais escrever, de não ter idéias fluindo para produzir um texto – todos esses aspectos são frutos da má estratégia do professor ao corrigir redações, principalmente nas séries iniciais. Será isso verdadeiro? Todas essas indagações fizeram-me realizar um trabalho de análise de redações escolares durante o tempo em que estive em Araraquara/SP, cursando o doutorado. Relato, a partir desse artigo, as minhas conclusões precedidas, é claro, de algum embasamento teórico.

Vamos pensar um pouco, primeiramente nas condições de produção das redações na escola.

Em primeiro lugar, acho que não é a correção de erros gramaticais que induzem o aluno a ser um produtor de bons textos. Acho, numa primeira tentativa de encontrar uma solução, que o que leva ao sucesso a correção de redação e leva o aluno a uma escrita qualitativamente melhor é exatamente a leitura que o professor faz dela. Leituras que tomam o texto todo como uma unidade de sentido são mais produtivas que as que focalizam apenas partes do texto ou unidades menores do que o texto. O que menos interessa, no momento, é a sua análise linguística. Não nos interessa, de modo algum, e aliás condenamos o estilo de correção que consiste em tingir de vermelho o texto e devolvê-lo ao aluno, dando fim ao processo nessa etapa. [Continuar lendo...]

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Sobre o livro: Como Corrigir Redações na Escola, uma proposta textual-interativa (Eliana Donaio Ruiz), leia o sumário e a apresentação.

por Chico Viana

- Pai, o professor baixou a nota da minha redação porque usei “mormente” em  vez de “sobretudo”.
- Bem feito! Eu lhe disse para não sair desprotegido nesse tempo frio!

Levei esse diálogo para a classe porque um aluno tinha usado “mormente” numa redação. Foi nesta passagem: “As manifestações que tomaram conta do Brasil deviam interessar mormente aos excluídos.”

“Mormente” é o mesmo que “sobretudo”, de modo que o estudante não falhou quanto à semântica; apenas se mostrou um tanto pedante. A palavra que ele escolheu tem um ranço formal, bacharelesco, que afasta ou desorienta o leitor comum. Uma prova disso é a resposta que o pai deu ao filho.

O diálogo acima é uma anedota. Como geralmente ocorre nos textos de humor, o riso decorre de uma confusão de sentidos – no caso, a confusão que o pai faz entre dois homônimos: “sobretudo” é advérbio e também substantivo (neste caso, significa “casaco que serve de proteção contra o frio e a chuva”).

Mas não bastou isso para gerar a ambiguidade que levou ao efeito humorístico. A homonímia seria insuficiente caso não houvesse a polissemia do verbo “usar”, que significa tanto “empregar” quanto “vestir” (além de outros sentidos que o dicionário registra). Se o menino tivesse dito ao pai que o professor baixou a nota porque ele escrevera (e não “usara”) “mormente”, o pai não teria feito a confusão. Não lhe ocorreria considerar “mormente” um tipo de casaco, mas o velho continuaria ignorando o que esse vocábulo quer dizer.

Continuar lendo …

sinônimos

Nesta charge, o personagem infantil questiona quanto ao uso referencial dos nomes “CARTEL”, “GANG”, “TUCANO”, “QUADRILHA”, “PRIVATARIA” e a relação léxico-semântica de cossignificação entre os nomes. Ou seja, a fonte do humor vem da tentativa de atribuir uma significação compartilhada para itens linguísticos que, a princípio, categorizam (ou introduzem no texto ) objetos de discurso/referentes textuais com diferentes traços semânticos. A fala do “VOVÔ” autoriza essa leitura e aí reside todo o sentido da piada que também envolve relações metalinguísticas, pois a compreensão requer:

(i) o reconhecimento inicial de que o texto multimodal (produzido com a combinação de linguagens verbal e não verbal) representa uma interação entre sujeitos que expressam hipóteses sobre o uso da língua;

(ii) a recuperação de um conhecimento enciclopédico e possivelmente compartilhado entre os personagens da charge (e leitores), da definição de sinônimo, da interseção entre significados que há na relação de sinonímia;

(iii) o deslocamento de sentidos dos elementos linguísticos do texto para o campo metafórico, pois não se trata de mera conversação sobre o uso de certas palavras da língua, porque assim temos apenas uma leitura entre os níveis superficial e médio;

(iv) a análise da referência a “TUCANO” – termo designador do símbolo do partido PSDB e dos seus filiados – como remissiva a uma temática focada em avaliação depreciativa do cenário político do país (considerando os traços semânticos negativos que se pode atribuir aos outros termos entre aspas na pergunta), e assim atingimos uma possível leitura profunda do sentido crítico que a charge carrega.

Quanto aos elementos não verbais, uma coisa interessante de notar é a caracterização dos personagens e os significados que revelam. Temos de um lado um menino provavelmente na faixa dos 6 a 8 anos, usando vestimentas informais e coloridas indicadas para estação quente, inclusive come um picolé sentado de modo descontraído no chão. Todos esses ícones apontam para a leitura de um perfil relacionado à juventude, através do personagem infantil demonstra-se a voz, o olhar simplificador e o posicionamento generalizante da juventude, neste caso, em relação à política nacional. De outro lado, está caracterizado um homem idoso, que ao contrário do menino não sente a mesma sensação térmica por estar vestindo uma roupa que cobre todo seu corpo, além disso o personagem idoso usa óculos, quer dizer que tem problemas de visão, e está sentado confortavelmente numa cadeira de balanço em movimentação.

O que se depreende do conjunto icônico descrito? É possível afirmar que a charge veicula uma crítica social a fim de expor a mudança social na maneira de compreender o cenário político entre diferentes gerações e os ícones mais representativos do contraste são a referência ao problema de visão do idoso e a representação das posições espaciais dos dois personagens. Também o recurso gráfico de colocar algumas palavras entre aspas sinaliza que a significação lançada no texto não é de natureza literal. Para captar o efeito de humor que acompanha a crítica, é preciso reconhecer essa quebra semântica no funcionamento discursivo dos termos destacados através da relação complementar entre significados associados aos itens verbais e não verbais.

carlaedila:

Interessante para revisores, professores de português brasileiro, escritores, redatores e todos que se envolvem com a produção e leitura de textos.

Postado originalmente em Blog da Hífen Assessoria Linguística:

collage

Ao encontro de é uma expressão usada para indicar concordância. É um abraço!

De encontro a é uma expressão usada para indicar discordância. É um choque!

Agora a gente não esquece mais!

Ver original

JULHO

10 a 12 – 61º Seminário do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo (GEL), na Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

11 e 12 – II Seminário Internacional sobre História do Ensino de Leitura e Escrita (II SIHELE), na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte/MG.

16 a 18 – 2º Congresso Luso-Brasileiro em Investigação Qualitativa, nas instalações do Departamento de Educação, da Universidade de Aveiro, Portugal.

17 a 21 – II Encontro Lationoamericano de Tradutores Intérpretes e Guia-intérpretes de Língua de Sinais (ELATILS), será realizado na Universidade Presbiteriana Mackenzie – Rio, na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

22 a 26 – Escola de Inverno em Linguística Formal (EILIN 2013) – UNICAMP, no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

23 a 26 – XV Congresso Brasileiro de Professores de Espanhol, acontecerá na Universidade Federal de Pernambuco, Recife, no Centro de Convenções e no Centro de Artes e Comunicação (CAC) da instituição.

30/07 a 01/08 – IV Simpósio sobre o Livro Didático de Língua Materna e Língua Estrangeira (IV SILID) e III Simpósio sobre Materiais e Recursos Didáticos (III SIMAR), serão realizados na PUC-Rio, Rio de Janeiro-RJ.


AGOSTO
01 e 02 – I Encontro Intermediário do GT de Fonética e Fonologia da ANPOLL, na UFRGS, Campus do Vale, Instituto de Letras, Auditório Celso Pedro Luft, Porto Alegre-RS.

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06 e 07 – IV Encontro Gêneros na Linguística e na Literatura, no auditório do CCSA da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

06 a 09 – II Colóquio Nacional A Produção do Conhecimento em Educação Profissional , organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional (PPGEP) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Campus Natal-Central.

07 a 09 – I Colóquio Internacional Mídia e Discurso na Amazônia (DCIMA) e II Encontro de Análise do Discurso da Amazônia (EDIA) – Desafios contemporâneos: Apropriações e Regimes de Visualidades, na Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém-PA.

12 a 14 – XV Seminário Nacional e VI Seminário Internacional Mulher e Literatura – As relações entre gênero e violência: pela busca do empoderamento, na Universidade Federal do Ceará/UFC – CHI, Campus Benfica.

14 a 16 – II Simpósio Internacional de Linguística Funcional (II SILF), na Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR),  São Carlos-SP.

14 a 17 – IV Encontro em Análise do Discurso: Fundamentos epistemológicos e abordagens metodológicas, na Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP/Câmpus de Araraquara, SP).

21 – I Jornada de Estudos (Auto)Biográficos e de narrativa de vida: a escrita de si e do outro, na Universidade Federal de São João Del-Rei, Campus Dom Bosco, Praça Dom Helvécio nº 74, Dom Bosco, São João Del Rei-MG.

21 a 24 – 4º Simpósio de Literatura Brasileira Contemporânea (4º SILIC) & III Seminário de Integração de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da UNIR, na Universidade Federal de Rondônia,  Porto Velho – RO.

23 e 24 – XVI Encontro de Professores de Inglês – A hora e a vez dos professores de inglês da escola pública: o professor como criador-de-sentidos (XVI EPI) , na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Rondonópolis/MT.

26 a 30 – VII Congresso Nacional de Linguística e Filologia, no Instituto de Letras da UERJ, com a participação especial do Laboratório de Idiomas do Instituto de Letras.

27 a 30 – VIII Jornada Internacional e VI Conferência Brasileira sobre Representações Sociais, no Mar Hotel Recife Rua Barão de Souza Leão nº 451, Boa Viagem,  Recife – PE.