Em Linguística textual: memória e representação, a professora Leonor Lopes Fávero – uma pesquisadora dedicada à área de Linguística Textual  (LT) da Universidade de São Paulo e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – apresenta um retrospecto da disciplina no que diz respeito aos primeiros trabalhos publicados no país de autoria de Ignácio Antônio Neis, Luiz Antonio Marcuschi e, por fim, a produção conjunta de Leonor Lopes Fávero e Ingedore Villaça Koch. Dentre os tópicos contemplados estão:

(i) os estudos de conceituação e propriedades do texto,

(ii) a passagem da teoria da frase à teoria do texto,

(iii) as causas do aparecimento da teoria do texto,

(iv) outras questões relevantes para a LT.

A leitura completa do artigo pode ser feita através do link no final deste post.

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Linguística textual: memória e representação

por Leonor Lopes Fávero, Filolologia e Linguística Portuguesa e-ISSN 2176-9419.

Resumo: A Linguística Textual inicia-se no Brasil na década de 80 do século XX. O primeiro
trabalho de que se tem notícia é de 1981 , de autoria do Prof. Ignácio Antônio Neis,  intitulado Por uma gramática textual, ao qual se seguiram dois outros, em 1983:  Linguística textual: o que é e como se faz, do Prof. Luiz Antônio Marcuschi e Linguística textual: introdução de Leonor Lopes Fávero e Ingedore Villaça Koch. O prof. Neiss mostra como as tentativas iniciais da linguística textual estavam, de modo geral, ligadas às gramáticas estruturais e gerativas. A obra do Prof. Marcuschi concentra-se na análise de algumas definições de texto e no estudo de aspectos teóricos em função de sua aplicabilidade. Já Leonor Lopes Fávero e Ingedore V. Koch têm como objetivo apresentar ao leitor brasileiro uma visão da linguística textual na Europa, então um recente ramo da ciência da linguagem. O trabalho insere-se na História das Ideias Linguísticas, parte da História Cultural, que procura identificar o modo como em diferentes momentos, uma realidade social é construída, pensada, dada a luz (Chartier, 1990).

Palavras-chave: linguística textual – causas do surgimento – conceituação de texto – linguística textual no Brasil

Leia o artigo na íntegra em: Filol. linguíst. port., n. 14(2), p.225-233, 2012.

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