Histoire de l’écriture typographique : Le XIXe siècle français

Publicado: julho 27, 2013 em Leitura, mundotexto en français
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História da escrita tipográfica: O 19º século francês

por Jacques André e Christian Laucou

História da escrita tipográfica – O 19º século francês complementa os três volumes anteriores da coleção criada por Yves Perrousseaux. No mesmo espírito, ele conta a história dos “caracteres de imprensa”, de seus usos e envolvimento oculto na cultura ocidental.

A tipografia do século XIX sofreu com toda a força os efeitos de todas as revoluções deste período turbulento, mas, sobretudo, os da “revolução industrial”. Menos por causa das repercussões técnicas incontestáveis do que pelas novas exigências e as necessidades que emergem: necessidade de publicidade, então de anúncios e novos caracteres, grandes e atrativos; necessidade de livros mais baratos e em número maior, portanto o desenvolvimento da estereotipia e de pesquisas sobre as máquinas de composição ou sobre os caracteres de tamanho menor; necessidade de aproximar as pequenas oficinas de gravura ou de fundição; necessidade de criação, de modernismo, e mesmo de fantasia, em reação ao rigor clássico.

O 19º século tipográfico é assim marcado pela abundância e o excesso, pelas oposições de austeridade e extravagância, pela coexistência de livros românticos e de livros industriais, o nascimento de novas obras de arte que são os exemplares de fundição e de novos códigos de uso da tipografia. Mais do nunca, durante este século, a tipografia torna-se uma arte.

Para mostrar toda a riqueza deste período, os autores escolheram contar as aventuras sucessivas: os ingleses com a invenção dos caracteres negritos, os egípcios e os sem serifa; a fundição Gillé, que se torna a de Balzac depois de De Berny e que se juntará, no alvorecer do século XIX, àquela de Peignot; a saga dos Didot, do rigor de Firmin à extravagância de Jules; a Imprensa real, depois imperial e nacional, seus caracteres orientais e os de trabalho, que continuarão enquanto houver chumbo; Louis Perrin, que reinventa os elzevirs; as grandes fundições francesas, que concorrem por invenção e cópias, e, enfim, as evoluções técnica de todo o século.

E como nos volumes anteriores, as “pausas”, menos cronológicas, ampliando ou completando o campo puramente tipográfico: a xilogravura, as caixas de imprensa, os caracteres negritos, os manuais de tipografia, os caracteres de fantasia e as letras desenhadas.

Uma obra de cultura geral cuja riqueza iconográfica (mais de 400 ilustrações) e a quantidade de informações se destinam também a um público mais amplo do que os especialistas ou profissionais de tipografia e edição.

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Histoire de l’écriture typographique : Le XIXe siècle français, ANDRÉ Jacques LAUCOU Christian, Histoire de l’écriture typographique – Le XIXe siècle français vient compléter les trois tomes précédents de la collection créée par Yves Perrousseaux.

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