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Seguem algumas sugestões de atividades para o estudo do tema empréstimos linguísticos no 9º ano do EF.

A) Leitura e interpretação de texto instrucional.

empre licoVersão para impressão: PDF1

B) Elaboração coletiva do infográfico “Empréstimos Linguísticos no Português Brasileiro”, utilizando palavras previamente pesquisadas pela turma e conteúdo do material da atividade A.

mapa empr licosVersão para impressão (formato de folha A3): PDF2

C) Atividade de aplicação de conhecimentos sobre empréstimos linguísticos (planejada a partir de levantamento de usos inadequados em produções textuais de termos como “facebook“, “twitter“, “orkut” etc).

Objetivo: compreender a diferença da grafia de nomes próprios de origem estrangeira (especificamente de sites, programas, aplicativos, jogos etc.) em logotipos, endereços eletrônicos e textos escritos; a proposta é que o aluno complete o quadro com as formas usadas no texto escrito.

logotipos

 

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Indicado não somente para professores de espanhol por ser um belo material para discurtir temas transversais dentro do eixo de valores éticos como Respeito Mútuo, Justiça, Diálogo, Solidariedade. Sendo assim, o tema do curta-metragem espanhol cabe para qualquer área da educação. Embora tenham retirado do YouTube, consegui o link de outro local, de um site português:

http://videos.sapo.pt/NpaSnzJBRH55PLLm1kFY

Falando em Literatura

Há alguns dias, vi esse vídeo lindíssimo, o curta- metragem que ganhou o Goya 2014 (que é a maior premiação do cinema espanhol). “Cordas” (“Cuerdas”) é baseado em fatos reais, vale a pena ver os quase 11 minutos. É uma criação de Pedro Solís, um desenhista que tem dois filhos: Alejandra, que quando tinha seis anos nasceu seu irmão Nicolás com paralisia cerebral, ele não se movimenta. O amor pelo irmão e as brincadeiras de Alejandra com ele inspiraram a criação dessa história. No final do vídeo, o pai o dedica à família: “à minha filha Alejandra, obrigado por inspirar- me essa história; ao meu filho Nicolás, quem dera nunca ter me inspirado essa história; à Lola, por tudo que você nunca chorou diante de mim.”

Eu fiz as legendas em português e coloquei no meu canal do Youtube, e para minha surpresa, espalhou feito pólvora, em três dias 117.774 visualizações! (até…

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O material aqui reunido representa um conjunto de textos em diferentes gêneros discursivos para através de seus diversos temas transversais oferecer uma contextualização viável ao trabalho com o conteúdo gramatical “orações subordinadas” no 9º ano do Ensino Fundamental. A atualidade dos assuntos, o humor e a abertura para discussão de questões da juventude podem servir como recursos para desenvolver aulas um pouco mais interessantes.

OR SUB 1

OR SUB 2_capa epoca816

OR SUB 3_Bullying OR SUB 4 _ adverbial OR SUB 5 OR SUB 6 OR SUB 7

TIRA ARMANDINHO SUB TIRA ARMANDINHO TIRA OR SUBST TIRA SUBORDINADAOR SUB 8

En savoir plus Scoop.itPer linguam

La norme ISO 639-3 codifie toutes les langues connues
Actualitté.com
Quant aux 60 macrolangues, elles comprennent par exemple l’arabe ou le chinois en tant que systèmes d’écriture communs à plusieurs langues nationales.

Pour en lire plus: www.actualitte.com

PIADA LINGUÍSTICA 2007

De modo geral, a mídia presta o desfavor de disseminar a ideia de que “fala bem” a língua quem fala conforme as regras da língua escrita ou usa um vocabulário “difícil”, “rebuscado”. Ninguém precisa exclusivamente de tais recursos para conseguir se comunicar e ninguém fala “bem ou mal” a sua língua materna. O que se pode afirmar é que há usuários mais ou menos competentes, só isso. E sob o intuito de formar opiniões, em algumas vezes a mídia tem disseminado julgamentos negativos sobre a competência linguística dos falantes, confundindo a cabeça de todo mundo ao colocar fala e escrita no mesmo ponto de observação. Fazer o quê? O linguista é sempre a último sujeito consultado quando a mídia se propõe a falar da língua, pois a preferência é por outros “pseudo-especialistas”, como jornalistas, escritores, gramaticistas…

O curioso é que se o assunto for saúde, médicos são entrevistados, se for futebol, jogadores e técnicos são procurados, se for lei, advogados são consultados. Agora, quanto à língua, chama qualquer um!! Na verdade, é até melhor que nem consultem linguistas mesmo, porque no final das contas as concepções da Linguística acabam distorcidas. Volta e meia vejo a divulgação de discursos sobre “o caos” que poderia se estabelecer se passássemos a respeitar os diferentes jeitos de falar das pessoas ou ainda a perguntinha redutora de opinião: “então quer dizer que pela Linguística pode tudo?”.

Falta ainda atingir a consciência de que as regras de escrita são ensinadas na escola  simplesmente para que possamos compartilhar um padrão mínimo e comum de língua escrita e através dele ter condições de interagir como cidadãos na sociedade letrada, que formaliza boa parte de seus atos por meio de produções escritas. Falta compreender que existem momento e local adequados para usar as variedades da língua. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, é nesse sentido que apontam os parâmetros curriculares nacionais (PCNS) para o ensino de português, porém nem todos os profissionais envolvidos conseguem trabalhar dessa forma, muitas vezes porque entendem a língua como sistema estático a ser preservado e sobretudo pelo desconhecimento da teoria linguística que fundamenta os PCNS.

No meu caso, como professora de português, com algum conhecimento de Linguística, e autora deste blog,  não faria o menor sentido escrever aqui em um padrão coloquial, técnico demais ou regional, porque não me disponho a estabelecer “o caos” conforme a mídia insiste em atribuir ao trabalho do linguista. Mais do que isto, quero ser compreendida pelo maior números de leitores e entendo que o emprego da variante padrão é justificável neste contexto. As minhas escolhas são bem diferentes em interações familiares, nos bilhetes que escrevo para meu filho, nas conversas informais (escritas) através de redes sociais e mesmo nos comunicados redigidos ou oralizados por mim em meu ambiente de trabalho. No blog busco manter certa credibilidade como autora diante do público a que me dirijo e por isso assumo a necessidade de manter determinada postura não só como usuária, mas também como estudiosa da língua.

Além do mais, se cada pessoa desenvolvesse e usasse regras de escrita próprias ou se limitasse a regras em desuso ou obsoletas para falar e escrever, as interações e a compreensão seriam dificultadas. É com a finalidade de possibilitar a comunicação que se estabelecem padrões para a variedade escrita de uma língua, os quais não deveriam ser confundidos com as diferentes variedades de fala. O emprego adaptado das variedades da língua às situações, ao público e às necessidades comunicativas, dentre outros aspectos, demonstra habilidade e conhecimento linguístico. Refiro-me a uma flexibilidade a ser desenvolvida por muitos de nós, a qual passa primeiro pela compreensão e depois pelo abandono de preconceitos linguísticos. Preconceitos que, assim como muitos outros julgamentos prévios, são consequência do culto a valores burgueses, dentre os quais, está também o consumismo ilustrado na tira de Luis Fernando Veríssimo e o desprezo pelos cursos de Letras e Linguística, abordado no artigo Afinal, pra servem os cursos de Letras e Linguística?

 

O conteúdo da charge desnuda a reação ao status quo: a aquiescência, a conivência, o conflito, o choque, a rejeição, a oposição, o contraditório. (…) Sua temática, em geral, versa sobre o cotidiano – questões sociais que afligem, irritam, desgostam, confundem. Essas questões focalizam os universos de referência do público, expondo testemunhos, registrando perplexidades, apontando falhas, satirizando pontos de vista, desvelando motivações ocultas, introduzindo questionamento. Por natureza é polêmica (FLORES, 2002, p.11).